Desde a minha postagem sobre o caso Sean Goldman no mês passado este blog tem sido visitado e comentado por muita gente. Recebi mais posts contra ao meu posicionamento do que a favor, os posts estão lá e cada um acredita no que quer. Eu defendo a entrega da guarda de Sean Goldman a seu pai David Goldman porque vejo que a justiça brasileira não está sendo imparcial neste caso. Baseado num patriotismo ultrapassado, estamos rasgando uma documento que existe para defender crianças do mundo inteiro. Não é novidade para ninguém que sendo ignorada a Convenção de Haia, o Brasil além de se envolver num incidente diplomático, impossibilitará também o retorno de dezenas outras crianças a pais e mães que residem no Brasil.
Caso David Goldman fosse brasileiro, esta discussão não existiria. Acho criminoso transferir a Sean a decisão de seu futuro. Todo o processo pela guarda de Sean é tão injusto para todos os envolvidos que para mim é difícil acreditar que o mesmo siga por mais de quatro anos. Infelizmente, a mãe de Sean não está mais viva para falar por ela mesma e torna-se fácil esconder ou adicionar fatos ao seu passado. Na ausência da mãe, Sean tem um pai que luta por ele com garras e dentes.
O espaço para os comentários continua aberto, mas esta é a minha opinião!
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Finalmente a primavera chegou ao norte gelado! Os cerejeiras da Davie Street estão “de perder o fôlego” e ontem tivemos um dia lindo de 24 graus. As pessoas perecem mais felizes também e andam saindo de dentro de suas cavernas depois de um longo período de hibernação. Quem sabe eu ressuscite o blog pra comemorar, né?












Salute Heringer!
Moro no Japao e aqui o numero de crianças sequestradas por um de seus pais no Brasil e trazidas pra cá é superior ao do Brasil x USA.
O Japao nao é signatario da convençao de Haia.
O*santo*David Goldman em sua luta conseguiu apoio da imprensa e congresso dos EUA aprovando a *House Resolution 37* que havia uma emenda solitando ao Japao aderir aa convençao. Apenas um legislador apoiou a emenda e ficamos a ver navios quanto ao Japao.
Em 2004,o menino Iruan Wu foi repatriado, agora é vez do Brasil fazer as honras da casa e devolver Sean a seu pai.
[]s
Salute Heringer,
vou mostrar aqui, Nas páginas dos jornais em 2004. Iruan Wu, mantido em Taiwan em 2001 pela família do pai de Iruan. Brasil,”luta por ele com garras e dentes”, em nome de sua avó. Os políticos, e os cidadãos. Desfilaram nas ruas, ardendo brinquedos fabricados em Taiwan. Colocação imagens do rosto de Iruan a Internet. Iruan com 8 anos prefere morar em Taiwan, mas seus anos não são suficientes para fazer essa decisão diz avó e funcionários.
As pessoas não devem criticar Davi. Ele faz apenas a mesma coisa. seu filho Tudo para conseguir voltar.
Agora colocámos para descansar todas as “horrível” coisas Davi e os seus amigos se feito com o intuito de trazente o filho ao pai
http://www.iruan.hpg.ig.com.br/index.html
Ricardo Zamariola Junior acredito respondeu às questões dos que estão abertas inteligente o bastante para ler o que ele escreveu. Para aqueles com um espírito fechado, o que se disser nada lhes permitirá ver verdade olhante nos olhos.
Todos os argumentos apresentados para tomar o filho do pai são os mesmos como o ladrão que toma a sua carteira de sua bolsa. Ele sempre pensa que ele é justificado, com Justícia pergunta ele.
Muito obrigado pela vossa escuta
abraço
Pois eu sou brasileira e concordo plenamente com a decisão da justiça de devolver o Sean ao seu pai, ao seu país e à sua vida anterior, que lhe fora brutalmente arrancada.
Absurdo seria dar a guarda da criança ao padrasto quando ele tem pai vivo e disposto a cuidar dele. Espero que os dois consigam superar o que passaram e sejam muito felizes.
Aos que discordam: e se o filho de vocês fosse arrancado covardemente da sua vida, O QUE VOCÊ FARIA????
Como eu disse no post, eu acredito que o que aconteceu com o David Goldman foi errado desde o começo. Muitas vezes eu me coloco demais no lugar do outro, mas como você disse, as pessoas pensariam duas vezes antes de condená-lo se tivessem os próprios filhos abduzidos!
Obrigada pelo seu comentário.